Apostila SPRING

Grande é a fama do SPRING, esse excelente software vem se desenvolvendo e melhorando suas funções desde a década de 90 quando tornou-se o carro chefe do INPE no que diz respeito ao desenvolvimento de tecnologias livre para geoprocessamento. Sem contar que ele foi e é um dos principais softwares para quem busca aprendizado na área de GEO, que o digam os alunos do mestrado e doutorado do INPE. 

Como na postagem anterior trouxemos a apostila de TerraView, não poderíamos deixar de lhes trazer também a apostila do SPRING para download

Continua...

Feira do MundoGEO#Connect LatinAmerica tem entrada gratuita

Feira do MundoGEO#Connect LatinAmerica tem entrada gratuita

Além de palestras, cursos e workshops, o MundoGEO#Connect LatinAmerica 2012 , maior encontro do setor de geotecnologia da América Latina, que acontece de 29 a 31 de maio no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo (SP), contará com uma feira de produtos e serviços com entrada gratuita. O credenciamento deve ser feito antecipadamente, para que o visitante concorra prêmios diários, a serem sorteados durante o evento, além de evitar filas na hora de validar a entrada.

Ainda, a feira do MundoGEO#Connect LatinAmerica contará com a presença de multinacionais – por meio de representantes locais -, como a Google Enterprise, divisão de produtos corporativos da gigante global; Trimble e Hexagon, grupos que atuam em vários setores da indústria geoespacial; e DigitalGlobe e GeoEye, provedoras de imagens de satélites de altíssima resolução. Faça um passeio pela planta da feira e saiba quem vai expor seus produtos e serviços: http://mundogeoconnect.com/2012/menu-superior/feira/planta-da-feira/.

Na primeira edição do evento, realizada em junho de 2011, a feira contou com a presença de mais de 1.800 participantes e 30 empresas expositoras. Executivos de algumas dessas empresas estarão presentes no Fórum Internacional de Geotendências, que será realizado no primeiro dia do MundoGEO#Connect LatinAmerica 2012, com tradução simultânea em espanhol, inglês e espanhol. O dia 29 de maio está reservado para receber a presença de centenas de especialistas, usuários e tomadores de decisão do setor geoespacial, para ouvir a opinião e debater sobre as tendências das geotecnologias para os próximos anos. Este é um dos fóruns que acontecem durante o MundoGEO#Connect LatinAmerica 2012.

As inscrições para o evento já estão abertas. Confira os pacotes para os cursos, seminários e fóruns do MundoGEO#Connect LatinAmerica 2012 em http://mundogeoconnect.com/2012/inscreva-se/.


MundoGEO#Connect LatinAmerica 2012
Data: 29 a 31 de maio de 2012
Local: Centro de Convenções Frei Caneca, 569 – Consolação, São Paulo (SP).
Informações: http://mundogeoconnect.com


 

ArcGIS 10: Parcel Editor: Divisão de Shapefile em Partes Iguais – Parte 02

Segundo tutorial sobre Edição de Parcelas de Fábrica no ArcGIS 10,  um poderoso recurso para divisão de arquivos shapefile em partes iguais. Prometo publicar um arquivo PDF no final da série para distribuição dessa dica na Internet.

Treinamento

Para acompanhar o tutorial, leia o primeiro artigo e faça o download dos arquivos utilizados:

O propósito deste tutorial é demonstrar as ferramentas de edição de parcelas de fábrica para alcançar um resultado igual ou superior à imagem abaixo:

Regras Topológicas no ArcGIS 10

Nosso arquivo Geodatabase está pronto com as geometrias de linha e polígono. Antes de iniciarmos a edição de parcelas de fábrica  será necessário aplicar algumas etapas complementares:

  • Criação de Regras Topológicas
  • Validação da Topologia
  • Criação de uma Nova Parcela de Fábrica
  • Carregar a Topologia na Parcela de Fábrica

Criação de Regras Topológicas

 Abra o ArcCatalog 10. No arquivo Geodatabase criado anteriomente, localize o Feature Dataset. Clique com o botão direito do mouse sobre ele para selecionar a opção New – Topology

A criação de uma topologia pode ser um processo trabalhoso. Para a nossa sorte, existe um assistente para criação de topologia. Clique no botão Avançar:

Insira um novo nome para a topologia e clique no botão Avançar:

Esta é uma das etapas mais importantes do processo. De acordo com as recomendações da ESRI, é importante definir as geometrias que irão participar da topologia. Além disso, as operações de parcela de fábrica podem ser executadas na feição de linha com atualização on the fly na camada de polígono. Selecione as feições de linha e polígono para participar da topologia:

Nas opções de rank, deixe as opções padrão. Clique no botão Avançar:

Na próxima tela, clique no botão Add Rule (Adicionar Regra). Chegou a hora de definir quais regras deverão ser incorporadas na topologia. Em primeiro lugar, vamos selecionar todas as regras recomendadas para a feição de linha.

REGRA TOPOLÓGICA NR 01: Line – Must be Covered by Boundary Of (Polygon)

Por intermédio dessa regra topológica, todas as linhas devem coincidir com os limites do polígono. Se este procedimento não for seguido rigorosamente, ou melhor, caso não exista uma superposição entre as geometrias de linha e polígono, diversos erros serão apontados durante a validação da topologia. Clique no botão OK:

A primeira regra topológica será definida. Clique novamente no botão Add Rule:

REGRA TOPOLÓGICA NR 02: Line – Must Not Self-Overlap

Por intermédio dessa regra topológica, não é admissível que ocorra sobreposição entre linhas. Clique no botão OK:

REGRA TOPOLÓGICA NR 03: Line – Must Not Self-Intersect

Por intermédio dessa regra topológica, não é admissível que ocorra intersecção entre linhas. Clique no botão OK:

REGRA TOPOLÓGICA NR 04: Line – Must be Single Part

De acordo com essa regra topológica, deve existir apenas uma única linha. 

 

REGRA TOPOLÓGICA NR 05: Line – Must Not Intersect Or Touch Interior

De acordo com essa regra topológica, não é admissível que ocorram intersecções ou espaços entre a linhas. Clique no botão OK:

REGRA TOPOLÓGICA NR 06: Polygon – Boundary Must be Covered By (Line)

Única regra para polígonos. É obrigatório que as fronteiras do polígono sejam cobertas pela linha. Clique no botão OK:

 

Com todas as regras topológicas previamente definidas, pressione o botão Save Rules. Você pode salvar todas as configurações em arquivo. 

Clique no botão Avançar. Verifique se as informações estão de acordo e pressione o botão Finish:

 

Chegou a hora de validar a topologia. Confirme a opção:

A nova topologia será adicionada ao arquivo Geodatabase:

Criação de uma Nova Parcela de Fábrica

Abra o ArcCatalog 10 e clique sobre o Feature Dataset. Selecione a opção New – Parcel Fabric:

Insira um nome para a Nova Parcela e clique no botão Avançar:

Na próxima tela, mantenha as configurações padrão. Clique no botão Avançar:

 

Fim da etapa de criação de uma Nova Parcela de Fábrica. Pressione o botão Finish:

Fim do tutorial. De posse da Topologia e da Parcela de Fábrica, estamos aptos para iniciar o processo de divisão de shapefile em partes iguais:

 

A conclusão dessa dica será publicada no último artigo da série. Compartilhe com seus amigos! 


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Tradução do GeoServer para o Português Brasileiro


Pessoal,

O que acham de termos novamente o GeoServer em português, digo novamente, pois antes da versão 2.x ser lançada, o GeoServer possuia versão na lingua portuguesa. Com as mudanças de versão, foram criados diversos novos arquivos properties e o GeoServer acabou perdendo a sua versão em português.

Porém, existe um projeto para traduzir o GeoServer para diversas linguas, e uma delas é o pt-BR. Então convido a quem tiver interesse se cadastrar no site abaixo e começar a tradução.

http://translate.geoserver.1os.su/project/geoserver/pt-BR

A ferramenta é muito interessante, e se algumas pessoas estiverem dispostas, acredito que o trabalho não fique tão árduo. Eu já me cadastrei e comecei a contribuir. E você?

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ArcGIS 10: Image Analysis – Criação de Máscara

A janela Image Analysis

Recursos para equalização, brilho/contraste, fusão de imagens e muitos outros estão presentes no ArcMap 10 e podem ser acessados através da janela Image Analysis. Ao executar uma tarefa, o SIG armazena o resultado através de um arquivo temporário na janela Table of Contents. Se o resultado não for o esperado, o usuário poderá executar o processo novamente. Para novos usuários do ArcGIS, essa ferramenta pode ser extremamente útil.

Para ativar a janela Image Analysis, clique no menu Window – Image Analysis:

Criação de Máscara via Gráfico ou Shapefile

A criação da máscara é um processo um pouco diferente do recorte via gráfico ou shapefile. O recorte via shape extrai uma parte da imagem que possui sobreposição com o polígono. A máscara transforma  a área selecionada em background. Por exemplo, podemos utilizar os recursos de máscara para transformar em background áreas da imagem que possuem dados.

Este é o conjunto de imagens que será utilizado no tutorial:

Vamos utilizar um gráfico da Barra de ferramentas Desenho para representar a máscara. Ao desenhar um polígono sobre o raster, use a ferramenta Mask (o polígono pode ser regular ou irregular):

A ferramenta Mask realizou uma perfuração no raster na região onde o polígono foi desenhado:

Chegou a hora de exportar o arquivo temporário. Clique no menu Data – Export Data:

Selecione o diretório de saída, o nome do arquivo e o plano de fundo (NODATA). O background  pode ser 0 (preto) ou 255 (branco):

Resultado Final

 


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Geotecnologias – Soluções com Softwares Livres

Soluções com Softwares Livres

Desde o início de 2012 estou trabalhando na Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Mineração do Pará (SEICOM), como responsável pelos projetos da área de Geoinformação desenvolvidos pelo órgão. A apresentação à seguir apresenta os softwares livres adotados para o desenvolvimento de soluções geoespaciais, com destaque para o Quantum GIS (QGIS), PostgreSQL/PostGIS e MapServer/i3Geo.

Curta nossa página no Facebook [PortalClickGeo] e siga nosso Twitter [@ClickGeo] para continuar atualizado sobre o Mundo das Geotecnologias

SOFTWARES LIVRES E GEOPROCESSAMENTO

Durante a apresentação foram explicados alguns conceitos importantes relacionados com softwares livres. Procurei organizar o material de forma a abranger de forma didática o papel de cada Geotecnologia citada (SIG, banco de dados geográficos e webmapping), bem como mostrar a integração entre essas tecnologias. Espero que gostem do resultado.

Embora o QGIS seja utilizado como principal software de SIG, outros programas como gvSIG e Kosmo estão sempre disponíveis como apoio para realização de determinadas atividades de forma mais eficiente. Na área de banco de dados open source, o PostgreSQL + PostGIS são praticamente imbatíveis.

A aplicação SIG online que está sendo construída com i3Geo, ainda está em fase de desenvolvimento, mas em breve estará disponivel para acesso da comunidade através do portal da SEICOM.

DOWNLOAD

Estou disponibilizando para download gratuito a versão em PDF da apresentação. Clique no link a seguir para baixar o arquivo:

Vale lembrar que a utilização deste material deve sempre ser acompanhada dos devidos créditos ao seu autor. Deixem seus comentários sobre a apresentação e sua experiência com soluções em Geoprocessamento com Softwares Livres.

GRANDES NOVIDADES

Dia 20 de maio completa dois anos que o blog Anderson Medeiros está funcionando neste endereço. Esta postagem que você está lendo é a de n° 400! Chegamos à marca de 900 seguidores no Twitter [@ClickGeo] e mais de 560 fãs no Facebook. Neste momento, temos algumas novidades para compartilhar com vocês:

Em breve estaremos em um novo endereço. A mudança visa oferecer ainda mais recursos aqui no blog, que ficará praticamente integrado de forma definitiva ao Portal ClickGeo [www.clickgeo.com.br]. Boa parte das postagens já publicadas estão sendo atualizadas com novos conteúdos. Creio que o lançamento será ainda esse mês.

Quero desde já contar com vocês para informarem sobre erros de acesso, como links quebrados ou outras instabilidades. Ok?

Agora, aguardo seus comentários!


Anderson Maciel Lima de Medeiros
Consultor em Geotecnologias Livres
anderson@clickgeo.com.br
Acesse: www.clickgeo.com.br


Filed under: Banco de Dados, Banco de Dados Geográficos, Geoprocessamento, Geotecnologias, i3Geo, MapServer, Portal ClickGeo, PostGIS, PostgreSQL, Quantum GIS, SIG, Webmapping

Feira do MundoGEO#Connect LatinAmerica: entrada gratuita e 20% de desconto para leitores do geoLuisLopes

Caros leitores,

Em nova parceria com este blog, o portal MundoGeo está oferecendo cupom de 20% de desconto aos leitores do geoLuisLopes para inscrição na Feira do MundoGEO#Connect LatinAmerica. 

Ao fazer sua inscrição informe o código de cupom de desconto (MGC1120). Aproveite e economize 10% na sua inscrição para os seminários, fóruns e cursos do MundoGEO#Connect LatinAmerica 2012, que será realizado de 29 a 31 de maio em São Paulo (SP). Vagas limitadas! 

O link para fazer as inscrições é: http://mundogeoconnect.com/2012/inscreva-se/

Além de palestras, cursos e workshops, o MundoGEO#Connect LatinAmerica 2012, maior encontro do setor de geotecnologia da América Latina, que acontece de 29 a 31 de maio no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo (SP), contará com uma feira de produtos e serviços com entrada gratuita. O credenciamento deve ser feito antecipadamente, para que o visitante concorra prêmios diários, a serem sorteados durante o evento, além de evitar filas na hora de validar a entrada.


Ainda, a feira do MundoGEO#Connect LatinAmerica contará com a presença de multinacionais – por meio de representantes locais -, como a Google Enterprise, divisão de produtos corporativos da gigante global; Trimble e Hexagon, grupos que atuam em vários setores da indústria geoespacial; e DigitalGlobe e GeoEye, provedoras de imagens de satélites de altíssima resolução. Faça um passeio pela planta da feira e saiba quem vai expor seus produtos e serviços: http://mundogeoconnect.com/2012/menu-superior/feira/planta-da-feira/.

Na primeira edição do evento, realizada em junho de 2011, a feira contou com a presença de mais de 1.800 participantes e 30 empresas expositoras. Executivos de algumas dessas empresas estarão presentes no Fórum Internacional de Geotendências, que será realizado no primeiro dia do MundoGEO#Connect LatinAmerica 2012, com tradução simultânea em espanhol, inglês e espanhol. O dia 29 de maio está reservado para receber a presença de centenas de especialistas, usuários e tomadores de decisão do setor geoespacial, para ouvir a opinião e debater sobre as tendências das geotecnologias para os próximos anos. Este é um dos fóruns que acontecem durante o MundoGEO#Connect LatinAmerica 2012.

As inscrições para o evento já estão abertas. Confira os pacotes para os cursos, seminários e fóruns do MundoGEO#Connect LatinAmerica 2012 em http://mundogeoconnect.com/2012/inscreva-se/.

Serviço
MundoGEO#Connect LatinAmerica 2012
Data: 29 a 31 de maio de 2012
Local: Centro de Convenções Frei Caneca, 569 – Consolação, São Paulo (SP).
Informações: http://mundogeoconnect.com


Apostila TerraView

Após um excelente curso de TerraView, ministrado pelo Dr. Eymar Lopes no INPE - CRA, conversei com ele para a disponibilização da apostila que trago a você hoje.

ArcGIS 10: Parcel Editor: Divisão de Shapefile em Partes Iguais – Parte 01

A Edição de Parcelas de Fábrica é um poderoso recurso de edição do ArcGIS 10. Essa ferramenta é fundamental para divisão de arquivos shapefile em partes iguais. Num primeiro momento, são questões um pouco complexas para serem discutidas num único post. O usuário precisa possuir uma noção mínima de Geodatabase, regras topológicas, edição vetorial, etc. Sendo assim, vou dividir este tutorial em três, reservando um arquivo PDF no final da série para distribuição na Web.

Treinamento

Faça o download dos arquivos utilizados no artigo:

O propósito deste tutorial é demonstrar as ferramentas de edição de parcelas de fábrica para alcançar um resultado igual ou superior à imagem abaixo:

Etapas do Processamento no ArcGIS 10

No ArcGIS 10, recursos avançados para edição de Classes de Feição e Processamento Digital de Imagens são executados a partir de um arquivo Geodatabase, portanto, é chegada a hora de se familiarizar com alguns termos. Para trabalhar com edição de parcelas de fábrica no programa, será necessário executar os seguintes passos:

  • Criação de um arquivo Geodatabase vazio
  • Criação de um Feature Dataset
  • Importação do Shapefile de polígono para o Feature Dataset
  • Criação de Regras Topológicas
  • Validação da Topologia
  • Criação de uma Nova Parcela de Fábrica
  • Carregar a Topologia na Parcela de Fábrica
  • Divisão de Parcela em Partes Iguais

Criação de um Arquivo GeoDatabase no ArcCatalog

Um arquivo Geodatabase é um banco de dados geospacial da ESRI. O formato Geodatabase permite realizar operações que não podem ser executadas no formato shapefile. Abra o ArcCatalog 10 e localize sua pasta de trabalho no computador. Em seguida, clique com o botão direito sobre a pasta e selecione a opção New – File Geodatabase

O arquivo Geodatabase vazio será criado no ArcCatalog 10:

Criação de um Feature Dataset

Um Feature Dataset é um conjunto de Feature Class (Classes de Feição: ponto, linha ou polígono) armazenadas no arquivo Geodatabase que compartilham a mesma referência espacial. Antes de trabalhar com regras topológicas, é preciso criar um Feature Dataset e importar as geometrias para o formato Geodatabase.

No ArcCatalog 10, clique com o botão direito do mouse sobre o novo arquivo Geodatabase e selecione a opção New – Feature Dataset:

Insira um nome para o Feature Dataset:

Selecione a Projeção/Datum Horizontal do arquivo Feature Dataset (Recomendável: Projeção Plana UTM). Todas as feições importadas deverão ser projetadas no mesmo Sistema de Coordenadas do Feature Dataset:

Não utilizaremos Datum Vertical nesse trabalho pois nossa feição não possui dados de altimetria. Clique no botão Avançar:

Para a opções XY Tolerance, mantenha os valore padrão. Pressione o botão Finish:

O novo Feature Dataset será criado no arquivo Geodatabase:

 

Importação do Shapefile para o Feature Dataset

Esta será a última etapa da primeira fase do tutorial sobre divisão de shapefile em partes iguais. Para realizar a topologia, a ESRI recomenda a importação de uma geometria de polígono e outra de linha. Durante a edição de parcelas, as operações  podem ser executadas na feição de linha e posteriormente atualizadas na poligonal fechada. Logo, é recomendável a importação da geometria de polígono + linha da sua área de interesse para o Geodatabase. Se você possui apenas o polígono da sua área, use os processos do ArcToolBox para converter polígonos em linhas.

Para importar as feições para o Feature Dataset criado, clique com o botão direito do mouse sobre ele e selecione a opção Import – Feature Class (Single):

Na janela Feature Class to Feature Class, selecione o local onde a feição de linha está armazenada. Em seguida, insira um nome para feição de linha e clique no botão OK:

A feição de linha será adicionada simultaneamente no Geotadabase e no projeto do ArcMap 10:

Repita o procedimento para importar a feição de polígono para o Geodatabase. A partir de agora, estamos prontos para iniciar o processo de Topologia no ArcMap 10:

 

Acompanhe os próximos tópicos para verificar a conclusão dessa dica exclusiva do ArcGIS 10. 


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SAGA GIS: Mosaico de Imagens ASTER GDEM

Hoje eu preparei para você um tutorial bem caprichado que contém os passos necessários para gerar um mosaico de imagens do satélite ASTER no SAGA GIS.

Importando um Raster para  o SAGA GIS

Com o programa SAGA GIS aberto, clique no menu

 Modules - File - GDAL/OGR - GDAL Import Raster

Na janela seguinte, clique no campo indicado na imagem abaixo:

Selecione todos os tiles ASTER GDEM e clique no botão Abrir:

Finalize a importação clicando no botão OK:

Sincronizando Mapas

Todos os arquivos importados para o SAGA GIS são armazenados na guia Data (1).  Para visualizar um arquivo, clique duas vezes sobre ele (2):

Para visualizar vários arquivos na mesma Vista, clique sobre o primeiro arquivo para abri-lo. Em seguida, clique sobre o segundo arquivo e selecione a opção New. Um segunda janela será aberta. Pressione o botão Synchronise Map Extents:

 

Agora vamos encerra a janela do segundo mapa. Clique na guia Maps (1). Em seguida, clique com o botão direito sobre o mapa desejado e selecione a opção Close (2). Confirme a operação:

Ao selecionar o primeiro mapa em todas as opções, todos os arquivos serão carregados na Vista do primeiro arquivo aberto:

Pressione o botão Zoom to Full Extent para visualizar o panorama das imagens abertas no SAGA GIS:

Desabilitando o realce automático no SAGA GIS

Todos os rasters importados para o SAGA GIS são transformados em GRID.  Ao visualizar os  dados ASTER no programa, percebemos que há uma grande concentração de realce em todos os arquivos. Para desabilitar o realce automático, clique no menu File – Project – New Project. Encerre todos os arquivos importados:

Clique no botão Okay sem marcar nenhuma opção:

As opções de realce do projeto podem ser alteradas na janela Data:

Modifique as opções de acordo com as informações abaixo:

  • Display Range: Minimum/Maximum
  • Start project: Empty
  • Numbering of datasets: 0
  • History Depth: 0

Clique no botão Apply. Salve o projeto num local do seu computador e importe novamente todas as imagens através do Menu Modules (Os últimos comandos executados no SAGA GIS são armazenados no menu Modules):

Todos os realces foram desabilitados e o aspecto do ASTER GDEM assemelha-se ao SRTM da NASA (clique para ampliar). Os metadados dos grids podem ser consultados através da guia Description. De acordo com essas informações, o Sistema de Coordenadas do ASTER GDEM é Geográfico e, o Datum, WGS 1984  (Código EPSG 4326). Cell Size refere-se a resolução espacial do satélite, ou seja, o tamanho do pixel. Neste caso, o valor 0.000278 x 0.000278 em arco de segundos correponde a 30 metros de resolução. O tipo de dado das imagens ASTER é Inteiro Sinalizado de 16 Bits (Signed Integer 2 Byte). Para mais informações sobre tipo de dados, consulte este documento.

Mosaico de Imagens ASTER GDEM no SAGA GIS

Clique no menu Modules – Grid – Construction – Merging

No campo Grids to Merge, selecione todos os arquivos que irão compor o mosaico. Para ASTER GDEM, a ordem não é importante:

No campo Target Grid, selecione a opção Create. Modifique o tipo de dado de saída para  2 Byte Unsigned Integer - somente números positivos são admitidos. Para a reamostragem de pixels (Interpolation), selecione Bilinear. Clique no botão Okay:

Carregue o mosaico criado numa nova Vista:

Para restaurar as cores do mosaico para tons de cinza,  pressione o botão Colors presente na categoria Graduated Color:

Selecione a opção Presets. Na janela seguinte, selecione a opção Grayscale. Cliqe no botão OK e pressione o botão Apply para validar as modificações.

Resultado Final

Fim do tutorial. Exporte esse arquivo para GeoTIFF através do menu  Modules – File – GDAL/OGR – GDAL Export Raster to GeoTIFF. O maior sistema grid certamente representa as dimensões do mosaico criado, portanto, ao selecionar a extensão correta do arquivo, ele deverá aparecer na opção seguinte.


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5 anos de GeoServer-BR

Caros leitores,

É com muita satisfação que escrevo este post em comemoração a mais um aniversário da comunidade GeoServer-BR, pois a 5 anos atrás no primeiro treinamento de GeoServer realizado no Brasil (no III ENUM) iniciava-se esta comunidade. Hoje somos mais de 500 inscritos na lista de discussão do Yahoo não só do Brasil mas de vários países de lingua portuguesa com mais de 3200 emails respondidos.



O fato mais marcante no decorrer desses anos, foi em 2008 quando o então presidente Lula assinou o decreto e o GeoServer foi “nomeado” o servidor de mapas oficial da INDE (Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais).

Agradeço a todos que de alguma forma ajudaram a comunidade durante estes anos, e desejo que a comunidade cresça cada vez mais e o GeoServer a cada dia seja mais difundido neste país.

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eCognition Developer: Detecção de Mudanças em Dois Objetos Dimensionais

Tutoriais eCognition: Registro Grátis

Finalmente encontrei um material introdutório sobre o software eCognition Developer, um poderoso aplicativo para classificação orientada a objetos. Qualquer pessoa pode ter acesso aos tutoriais e baixar o material introdutório sobre o software. Ao lado do InterImageENVI EX, esse programa é indicado para extração de feições a partir de imagens de altíssima resolução. Os classificadores tradicionais são excelentes para segmentar imagens de média-alta resolução, porém deixam um pouco a desejar no que se refere a imagens com resolução espacial submétrica e fotografias aéreas. 

Visite o site da Trimble e clique na opção Register:

Insira seu nome nome completo, nome de usuário e e-mail:

Clique no botão Register. Um e-mail será enviado para sua caixa de entrada. Ao clicar no link para redirecionamento, digite uma senha para ter acesso ao conteúdo:

A partir de agora você pode ter acesso aos tutoriais da comunidade.

eCognition Developer Tutoriais

Faça login na Comunidade eCognition para ter acesso ao conteúdo abaixo:

http://community.ecognition.com/home/training-material

General Guided Tours

  • Guided Tour 1: Getting started – Example: simple building extraction
  • Guided Tour 2: Mapping impervious surface
  • Guided Tour 3: Advanced example of building extraction

Introductory tutorials

  • Identifying Shapes
  • Comparing segmentation methods
  • Using Process-Related Features for Advanced Local Processing

New OBIA Dimensions in eCognition Developer 8

  • Module 1: Pixel-based resizing – object generalization
  • Module 2: Working with ‘regions’
  • Module 3: Working with ‘maps’
  • Module 4: Analyzing regions of interest – combine maps and regions
  • Module 5: Working with LiDAR*.las files

Production Application for eCognition Architect 8

  • Module 1: Using Architect Applications
  • Module 2: Creating Architect Applications
  • Module 3: Building generalization and manual editing for Architect

Um software novo, novas metodologias para serem dominadas e muito trabalho a fazer. Assim que for possível, seguirei postando minhas impressões sobre a classificação orientada a objeto no eCognition.


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ArcGIS 9x: 160 VideoTutoriais

arcgis10b

O blog Soulfly en la Web publicou 160 videotutoriais para o ArcGIS 9x. Dicas como esta sempre serão bem-vindas aqui no blog. Divulgue!


Soulfly en la Web: VIDEO TUTORIALES ARCGIS 9.X

En esta ocasión traigo 160 Videotutoriales en formato avi, de excelente calidad sobre procesos de integración y manejo de diversas herramientas del software ArcGIS, para las versiones 9.x.

OJO, los videos no incluyen audio.

Contenido en Video:

1. 3D_v1_Generación de un TIN desde curvas de nivel
2. 3D_v1_Generación de un TIN desde curvas de nivel_ejemplo 2
3. 3D_v2_Adicion_de Modelo 3D -Transparencia y guardado en ArcScene
4. 3D_v3_Navegación en ArcScene
5. 3D_v4_Conversion de una capa normal a capa 3D
6. 3D_v5_Simbología 3D para figuras lineales
7. 3D_v6_Generación_de un perfil
8. 3D_v7_elevación y extrución de una capa 3D
9. 3D_v8_convertir 3D a superficie
10. ArcCatalog_Conectar a una carpeta
11. ArcCatalog_Contents
12. ArcCatalog_Metadato
13. ArcCatalog_Preview
14. ArcCatalog_Preview_Crear_Thumbnails
15. Buffer de múltiples anillos a un poligono
16. Buffer simple ejemplo 1
17. Buffer simple ejemplo 2
18. Buffer solo a un lado de la figura
19. Calculo de areas y perimetros
20. Calculo de longitudes
21. Conversion a CAD
22. Conversion_convertir figura en lineas
23. Conversion_convertir figura en puntos (centroides)
24. Conversion_convertir figuras en rectangulos envolventes
25. Conversion_convertir lineas en lineas suavizadas (smooth)
26. Conversion_convertir una linea en multiples segmentos
27. Conversion_convertir vertices en puntos
28. Data View_Cambiar nombre de una capa o layer
29. Data_View_Ajuste de Escala
30. Data_View_Apagar-encender y mover capas
31. Data_View_Encontrar (Find)
32. Data_View_Exportar una capa
33. Data_View_Identificar objetos ( i )
34. Data_View_Ir a una coordenada especifica (Go to xy)
35. Data_View_Medición de figuras (Measure)
36. Data_View_Paneo
37. Data_View_Seleccion inversa
38. Data_View_Seleccionar figuras desde tabla
39. Data_View_Seleccionar-deseleccionar figuras de una capa específica
40. Data_View_Vincular y ver fotos ejemplo2
41. Data_View_Vincular y ver fotos
42. Data_View_Vincular y ver Videos
43. Data_View_Window_Magnifier
44. Data_View_Window_overview
45. Data_View_Window_Viewer
46. Data_View_Zoom a una capa específica
47. Data_View_Zoom a una figura seleccionada
48. Data_View_Zooms básicos
49. Digitalizacion_v01_Asignar un world file para una imagen
50. Digitalizacion_v02_insertar imagen para fondo
51. Digitalizacion_v03_dibujar un rectangulo
52. Digitalizacion_v04_copiar figura de una capa a una nueva
53. Digitalizacion_v05_recortar poligonos
54. Digitalizacion_v05b_adjuntar poligonos (autocompletar)
55. Digitalizacion_v05c_fusionar poligonos (Merge)
56. Digitalizacion_v05d_Union de poligonos (Union)
57. Digitalizacion_v06_dibujar lineas
58. Digitalizacion_v06b_dibujar lineas ejemplo 2
59. Digitalizacion_v07_Trazo continuo (streaming)
60. Digitalizacion_v08_desactivar streaming
61. Digitalizacion_v09_borrar vertices mientras se traza
62. Digitalizacion_v10_comparación trazo con snapping y sin snapping
63. Digitalizacion_v11_edición_unión de lineas
64. Digitalizacion_v12_split (cortar) trazo
65. Digitalizacion_v13_split (cortar) trazo en distancias especificas
66. Digitalizacion_v14_Dividir linea en tramos de igual longitud
67. Digitalizacion_v15_Crear linea paralela a una existente
68. Digitalizacion_v16_Digitalizar_y_simbolizar puntos
69. Geoprocesamiento_Clip
70. Geoprocesamiento_Disolver
71. Geoprocesamiento_extract
72. Geoprocesamiento_Intersección
73. Geoprocesamiento_Spatial Join
74. Guardar en formato mxd de arcgis
75. Im1_Importar vista desde Arcview
76. Im2_Importar simbologia de leyenda desde arcview
77. Layout_v01_configuracion de tamaño del papel
78. Layout_v02_Grilla de coordenadas automatica
79. Layout_v02b_remover_una_grilla
80. Layout_v03_Insertar Leyenda
81. Layout_v04_Insertar_convenciones
82. Layout_v05_Insertar escala de barra
83. Layout_v06_Insertar escala de texto
84. Layout_v07_Insertar Norte
85. Layout_v08_diseñar_recuadros marginales
86. Layout_v09_insertar Logos e imagenes
87. Layout_v10_insertar_titulo
88. Layout_v11_insertar_texto
89. Layout_v12_zooms en layout
90. Layout_v13_Guardar mapa normal
91. Layout_v14_Guardar y usar plantilla
92. Layout_v15_Preview y metadata en ArcCatalog
93. Legends_leyenda Chart
94. Legends_leyenda color graduado
95. Legends_leyenda de multiples atributos
96. Legends_leyenda de unico valor con dos o mas variables
97. Legends_leyenda Dot ejemplo 1
98. Legends_leyenda Dot ejemplo 2
99. Legends_leyenda simbolo graduado ejemplo 1
100. Legends_leyenda simbolo graduado ejemplo 2
101. Legends_leyenda simbolo proporcional
102. Legends_leyenda single symbol
103. Legends_leyenda unico valor
104. Network analysis_v00_Configuración de_tabla
105. Network analysis_v01_creacion de una geodatabase para la red
106. Network analysis_v02_creacion de una feature class e importarle objetos
107. Network analysis_v03_creacion de una Network dataset
108. Network analysis_v04_asignacion de direcciones
109. Network analysis_v05_built network data set
110. Network analysis_v06_cargar la network data set a un data view y salvar
111. Network analysis_v07_cargar la extension network analyst y network analyst tool bar
112. Network analysis_v08_generar ruta más eficiente (menor tiempo)
113. Network analysis_v09_mostrar ruta direccionada
114. Network analysis_v10_salvar una ruta como un_shapefile
115. Network analysis_v11_introducir una barrera (barrier) o via no transitable
116. Network analysis_v12_generar ruta mas corta (menor distancia)
117. Network analysis_v12b_modificar posicion de una locacion
118. Network analysis_v13_Encontrar servicio mas_cercano (closest facility)
119. Network analysis_v14_Encontrar area de servicio (service area)
120. Network analysis_v15_Generar matriz de costo
121. py0_Como asignar sistema de coordenadas a una data view
122. py1_Proyecciones_Como colocar Sistema de coord geograficas datum BOGOTA en Favoritos
123. py2_Proyecciones_Como colocar Sistema de coord geograficas datum MAGNA en Favoritos
124. py3_Proyecciones_Como colocar Sistema de coord planas datum BOGOTA Central en Favoritos
125. py4_Proyecciones_Como colocar Sistema de coord planas datum MAGNA Central en Favoritos
126. py5_Proyecciones_Como colocar Sistema de coord planas datum BOGOTA (Ciudad Bogota) en Favoritos
127. py6_Proyecciones_Como colocar Sistema de coord planas datum MAGNA (Ciudad Bogota) en Favoritos
128. py7_Proyecciones_Como asignar proyeccion a una capa
129. Py8_Como proyectar una capa de datum BOGOTA a datum MAGNA
130. Raster conversion Raster a Vector
131. Raster Conversion Vector a Raster
132. Raster Reclasificación
133. Seleccion por atributos_caso1_crear una nueva seleccion
134. Seleccion por atributos_caso2_agregar a la seleccion actual
135. Seleccion por atributos_caso3_Remover de la seleccion actual
136. Seleccion por atributos_caso4_Seleccion de la seleccion
137. Seleccion por locacion caso_figuras a una distancia otras de otras
138. Seleccion por locacion caso_figuras intersectadas con otras
139. Seleccion por locacion caso_figuras que tocan el borde de otra
140. Seleccion por locacion caso_figuras totalmente adentro de otras
141. Spatial Analyst_Analisis de distancias (distancia euclidiana)
142. Spatial Analyst_Analisis de proximidad (alocacion euclidiana)
143. Spatial Analyst_Map Algebra
144. Surface Analysis_Analisis de corte y relleno (cut-fill)
145. Surface Analysis_Analisis de Visibilidad
146. Surface Analysis_Aspecto u orientación (Aspect)
147. Surface Analysis_Calculo de areas superficiales y volumenes
148. Surface Analysis_Generación de Contornos (Contour)
149. Surface Analysis_generar modelo de sombras (Hillshade)
150. Surface Analysis_generar_Pendientes (slope)
151. Tables_ relate (vinculo)
152. Tables_agregar coordenadas XY a tabla de capa puntual
153. Tables_Cambio de nombre de columnas mediante alias
154. Tables_cargar_puntos (add XY data…)_desde tabla (util para puntos GPS)
155. Tables_Creacion de una Tabla, adicion y eliminacion de columnas
156. Tables_Estadiscas_Frecuencia
157. Tables_Join (union de tablas)
158. Tables_Join ejemplo2
159. Tables_Remover Join
160. Tables_remover vinculo (related)

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MapWindow: Índice de Tutoriais

CARTA GEOGRÁFICA™

[MAPWINDOW] Função MERGE SHAPEFILES #SLGeoTbFaz pdf
[MATOPIBA] Variação Populacional entre 2000 e 2010 pdf
[MapWindow] Dados em formato Double, Integer e String pdf
3rd MapWindow OpenSource GIS Conference 2012 pdf
[Série #SLGeoTbFaz] Seleção por camada no #MapWindow pdf
[MAPWINDOW] Cálculo do Desflorestamento em Bacias Hidrográficas através do MapWindow GIS pdf
Ferramenta ‘DISSOLVER’ no MapWindow pdf
Visualize as imagens de satélite da NASA no MapWindow GIS pdf

 

Processamento Digital

MapWindow: Índice de Tutoriais pdf
MapWindow: Exportar Shapefile para KML pdf
MapWindow: Atualização de Registros através do Plugin Swift-D pdf
MapWindow: Extração de Coordenadas de Pontos pdf
MapWindow: Conversor de CSV para Shapefile pdf
MapWindow 4.8: Terceiro Candidato de Lançamento disponível para download pdf
MapWindow 4.8 RC2 disponível para download pdf
MapWindow: Conversão de arquivos CSV para Shapefile pdf
MapWindow GIS 4.8 RC1 disponível para download pdf
MapWindow: Sistemas de Coordenadas e Edição de Vetores pdf
MapWindow: Sua ferramenta GIS OpenSource pdf

 

Geoprocessamento para Linux

Delimitação automática de Bacia hidrográfica usando MapWindow GIS pdf
Cortar raster usando shapefile no MapWindow GIS pdf
Mesclar Rasters usando MapWindow GIS pdf
Criar uma camada Shapefile no MapWindow GIS pdf
MapWindow GIS pdf

 


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Delimitação de microbacias e Hierarquia de rios – TerraView

Esse post tem suporte em outras duas postagens aqui do blog que podem ser acessadas nos links a baixo: 

Extração de Drenagem – TerraView

Veja o vídeo!

Apostila: Elaboração de Mapas Temáticos no QGIS

Apostila: Elaboração de Mapas Temáticos no QGIS

Já está disponível no portal do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) a nova versão da apostila utilizada no treinamento dos técnicos da autarquia na elaboração de mapas temáticos com o Quantum GIS (QGIS). Veja nessa postagem como fazer o download.

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O QUANTUM GIS NO INCRA

No ano de 2011 os próprios técnicos do INCRA promoveram o treinamento de cerca de 440 servidores na utilização do QGIS para produção das peças técnicas utilizadas nos processos de desapropriação e desenvolvimento dos assentamentos.

Os peritos Alexandre Barberi, Hélder Gramacho dos Santos, Israel Ely de Almeida Oliveira do INCRA da Bahia e a analista em reforma e desenvolvimento agrário Marília Ferreira Gomes, do INCRA de Minas Gerais elaboraram uma completa apostila de 155 páginas que está disponível para download gratuito.

Foi dessa forma que o QGIS se consolidou como o software oficial da divisão de Obtenção de Terras e já há interesse de outros setores desta autarquia para a adoção deste programa.

É com certeza muito bom saber que a tecnologia open source GIS está ganhando cada vez mais espaço no Governo. Leia mais sobre este tema na série de capa da terceira edição da Revista FOSSGIS Brasil:

ELABORAÇÃO DE MAPAS TEMÁTICOS NO QUANTUM GIS

A apostila vai bem além do conteúdo resumido em seu título (elaboração de mapas temáticos no QGIS). Explica desde o processo de instalação do programa e de seus complementos, realização de consultas espaciais, criação de edição de camadas, tratamento de imagens de satélite, reclassificação de imagens SRTM, uso do compositor de impressão e muito mais.Mapas Temáticos no Quantum GISPara fazer o download do arquivo acesse a página disponível no link a seguir:

O trabalho foi licenciado pela licença Creative Coomons e concede o direito de reproduzir, distribuir e transmitir o trabalho, desde que atendidas as condições descritas na página três da apostila.

Pessoalmente gostei bastante da lista de funções da calculadora de campos (pág. 151) e do tutorial sobre geração de mapas de uso de solo.

APOSTILAS E TUTORIAIS SOBRE QGIS

Nos links abaixo você encontrará dicas de onde obter mais materias em vários idiomas sobre a utilização do Quantum GIS.

O que acharam da apostila? De alta qualidade, não é verdade? Conhecem mais algum material (em português ou não) sobre o Quantum GIS e que ainda não foi divulgado aqui no blog? Deixem seus comentários.


Anderson Maciel Lima de Medeiros
Consultor em Geotecnologias Livres
anderson@clickgeo.com.br
Acesse: www.clickgeo.com.br


Filed under: Downloads, Quantum GIS, SIG

Revista FOSSGIS Brasil: Edição N° 5 | Dados Abertos

Com extrema felicidade que convido vocês a lerem a edição de Aniversário da revista que vem libertando os usuários de GEO pelo mundo. A FOSSGIS Brasil teve seu lançamento em 2011, no primeiro trimestre e já se passou mais de 1 ano de grande alegria e união, assim sendo temos muito a comemorar com você leitor, que juntos temos feito uma revista de qualidade e livre. 

O lançamento do 5° número da revista que georreferencia o conhecimento com tecnologia livre, traz como tema DADOS ABERTOS, tendência que com certeza vai interessar a você. Há também o artigo sobre o Estado de Alagoas, que já vem empregando as Geotecnologias livres na administração pública, bem como no acesso as informações geográficas. 


Para que possamos disponibilizar informações, é necessário que primeiro estas sejam coletadas, e é sobre isso que trata o artigo sobre o Projeto TrackSource, que tem como objetivo mapear o Brasil de uma forma colaborativa.

Você ainda poderá ler artigos sobre o banco de dados geográfico e os projetos de mapas da Pastoral da Criança, conhecer o software de SIG VScenesGIS, o interessante projeto SIGLA, além de um relato detalhado da utilização do framework deegree para desenvolvimento de aplicações espaciais com Java. Não deixe de conferir a matéria sobre o uso do i3Geo no Governo do Pará.

Devido ao aniversário da revista o entrevistado da edição é o próprio editor (Fernando Quadro), falando sobre como nasceu o projeto, opiniões sobre geotecnologias livres, e uma previsão do que vem por aí.

Para fazer o download da Revista FOSSGIS Brasil, edição 5, acesse os links abaixo:

http://fossgisbrasil.com.br/download/

Espero que gostem e aproveito a oportunidade para convidá-los a participar da revista, enviando artigos, opiniões e sugestões.

Boa leitura!


DBF para quem precisa

Facilite sua vida através de programas para edição de Arquivos dBase

Cansado de editar seus dados através da planilha eletrônica? Que tal experimentar um programa visualizador/editor de Arquivos DBF? Existem vários na Web à disposição, alguns funcionam por trinta dias e outros são free. Hoje vou demonstrar alguns desses programas que testei no Windows.

CDBF – DBF Viewe and Editor – http://www.whitetown.com/cdbf

CDBF é um programa bacana para editar dados em arquivos dBase. Um dos principais recursos é capacidade de modificação da estrutura do arquivo.

Licença: Shareware

DBFViewer 2000 – http://www.dbf2002.com/

Um programa muito massa para visualizar arquivos DBF. Semelhante ao CDBF, é possível modificar a estrutura do arquivo. Não entendi porque as coordenadas foram exibidas em notação científica, mas tudo bem:

Licença: O programa DBFViewer 2000 é Shareware e você pode utilizar uma versão de testes durante 30 dias.

Free DBF Viewer & Converter – http://dbfviewer.org/

visualize, edite e modifique a estrutura de arquivos dBase com tranquilidade.

Licença: Freeware

DBFView – http://dbfview.com/

Um programa compacto, mas poderoso para visualizar, editar e formatar arquivos DBF. Importa/Exporta arquivos do MS Excel 2007. Não consegui visualizar a estrutura do arquivo.

Licença: O programa DBFView custa $99 mas você pode utilizar uma versão de testes durante 30 dias.

LibreOffice Calc – http://pt-br.libreoffice.org/

Editor de planilha eletrônica semelhante ao MS Excel. Permite editar Arquivos DBF a qualquer instante. Windows ou Linux.

Licença: Freeware

E você? Que tal selecionar um editor para Arquivos DBF e otimizar tempo?


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Lançada a 5ª edição da Revista FOSSGIS Brasil

No final do primeiro trimestre de 2011 foi feito o marcante lançamento da Revista FOSSGIS Brasil. Se passou pouco mais de um ano e agora temos muito a comemorar. É nesse ritmo de comemoração, com grande satisfação e prazer que anunciamos o lançamento do 5° número da revista que gerreferencia o conhecimento com tecnologia livre!

O tema da série de capa é DADOS ABERTOS, uma tendência que com certeza vai interessar a você. Nessa linha, há também o artigo sobre o Estado de Alagoas, que já vem empregando as Geotecnologias livres na administração pública, bem como no acesso as informações geográficas.



Para que possamos disponibilizar informações, é necessário que primeiro estas sejam coletadas, e é sobre isso que trata o artigo sobre o Projeto TrackSource, que tem como objetivo mapear o Brasil de uma forma colaborativa.

Você ainda poderá ler artigos sobre o banco de dados geográfico e os projetos de mapas da Pastoral da Criança, conhecer o software de SIG VScenesGIS, o interessante projeto SIGLA, além de um relato detalhado da ultilização do framework degree para desenvolvimento de aplicações espaciais com Java. Não deixe de conferir a matéria sobre o uso do i3Geo no Governo do Pará.

Devido ao aniversário da Revista o entrevistado da edição sou eu (Fernando Quadro), falando sobre como nasceu o projeto, opiniões sobre geotecnologias livres, e uma pré-visão do que vem por aí.

Para fazer o download da Revista FOSSGIS Brasil, edição 5, acesse o link abaixo:

http://fossgisbrasil.com.br/download/

Espero que gostem e aproveito a oportunidade para convidá-los a participar da revista, enviando artigos, opiniões e sugestões.

Boa leitura!

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5ª Ed FOSSGISBr – Feliz Aniversário!

Com extrema felicidade que convido vocês a lerem a edição de Aniversário da revista que vem libertando os usuários de GEO pelo mundo. A FOSSGIS Brasil teve seu lançamento em 2011, no primeiro trimestre e já se passou mais de 1 ano de grande alegria e união, assim sendo temos muito a comemorar com você leitor, que juntos temos feito uma revista de qualidade e livre. O lançamento do 5° número da revista que gerreferencia o conhecimento com tecnologia livre, traz como tema DADOS ABERTOS, tendência que com certeza vai interessar a você. Há também o artigo sobre o Estado de Alagoas, que já vem empregando as Geotecnologias livres na administração pública, bem como no acesso as informações geográficas. 

Revista FOSSGIS Brasil: Edição N° 5 | Dados Abertos

Revista FOSSGIS Brasil: Edição N° 5 | Dados Abertos

Ao fim do mês de março de 2011 foi feito o marcante lançamento da Revista FOSSGIS Brasil. Se passou pouco mais de um ano e agora temos muito a comemorar. É nesse ritmo de comemoração, com grande satisfação e prazer que anunciamos o lançamento do 5° número da revista que gerreferencia o conhecimento com tecnologia livre! O tema da série de capa é “DADOS ABERTOS”.

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A série de capa é sobre uma tendência que com certeza vai interessar a você: Dados Abertos. Nessa linha, há também o artigo sobre o Estado de Alagoas, que já vem empregando as Geotecnologias livres na administração pública, bem como no acesso as informações geográficas.

FOSSGIS Brasil - Edição 5 | Dados Abertos

Para que possamos disponibilizar informações, é necessário que primeiro estas sejam coletadas, e é sobre isso que trata o artigo sobre o Projeto TrackSource, que tem como objetivo mapear o Brasil de uma forma colaborativa.

Você ainda poderá ler artigos sobre o banco de dados geográfico e os projetos de mapas da Pastoral da Criança, conhecer o software de SIG VScenesGIS, o interessante projeto SIGLA, além de um relato detalhado da ultilização do framework degree para desenvolvimento de aplicações espaciais com Java. Não deixe de conferir a matéria sobre o uso do i3Geo no Governo do Pará.

Devido ao aniversário da Revista o entrevistado da edição é o próprio editor, falando sobre como nasceu o projeto, opiniões sobre geotecnologias livres, e uma pré-visão do que vem por aí.

Para fazer o download da Revista FOSSGIS Brasil, edição 5, acesse os links abaixo:

Espero que gostem e aproveito a oportunidade para convidá-los a participar da revista, enviando artigos, opiniões e sugestões. Deixem seus comentários!


Anderson Medeiros
Consultor em Geotecnologias Livres
anderson@clickgeo.com.br
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Filed under: Banco de Dados Geográficos, Dicas de Leitura, Downloads, Geotecnologias, Notícias, Open Source, Revista FOSSGIS Brasil, SIG

Lançada a 5ª edição da revista FOSSGIS Brasil

No final do primeiro trimestre de 2011 foi feito o marcante lançamento da Revista FOSSGIS Brasil. Se passou pouco mais de um ano e agora temos muito a comemorar. É nesse ritmo de comemoração, com grande satisfação e prazer que anunciamos o lançamento do 5° número da revista que gerreferencia o conhecimento com tecnologia livre!

O tema da série de capa é DADOS ABERTOS, uma tendência que com certeza vai interessar a você. Nessa linha, há também o artigo sobre o Estado de Alagoas, que já vem empregando as Geotecnologias livres na administração pública, bem como no acesso as informações geográficas.

Para que possamos disponibilizar informações, é necessário que primeiro estas sejam coletadas, e é sobre isso que trata o artigo sobre o Projeto TrackSource, que tem como objetivo mapear o Brasil de uma forma colaborativa.

Você ainda poderá ler artigos sobre o banco de dados geográfico e os projetos de mapas da Pastoral da Criança, conhecer o software de SIG VScenesGIS, o interessante projeto SIGLA, além de um relato detalhado da ultilização do framework degree para desenvolvimento de aplicações espaciais com Java. Não deixe de conferir a matéria sobre o uso do i3Geo no Governo do Pará.

Devido ao aniversário da Revista o entrevistado da edição é o próprio editor, falando sobre como nasceu o projeto, opiniões sobre geotecnologias livres, e uma pré-visão do que vem por aí.

Para fazer o download da Revista FOSSGIS Brasil, edição 5, acesse o link abaixo:

http://fossgisbrasil.com.br/download/

http://fossgisbrasil.com.br/link_direto

Espero que gostem e aproveito a oportunidade para convidá-los a participar da revista, enviando artigos, opiniões e sugestões.

Boa leitura!


Prepare-se para a festa

 

Após 1 ano trazendo até você informações preciosas sobre o universo das geotecnologias livres, será lançada amanhã, 8 de maio, a edição n° 5 (especial de aniversário) da Revista FOSSGIS Brasil.

Comece a separar um bom tempo para ler a revista toda, pois esta edição tratará de um assunto de grande interesse para todos.

Até amanhã, então.

 


Curso Online de GeoServer

Caros leitores,

Gostaria de convidá-los a participar do curso online que estarei ministrando de GeoServer. O curso ocorrerá no mês de junho nos dias 16, 23 e 30 (sábados) das 09:00 as 12:00h. As vagas são limitadas, e para as inscrições realizadas até o dia 30/05 possuem desconto.



Aqueles que poderem divulgar para seus contatos, agradeço. Quem quiser saber mais informações sobre o curso, pode obtê-las no site do curso (http://www.geocursos.com.br), twitter (http://twitter.com/geo_cursos) e pelo facebook (http://www.facebook.com/geocursosbr).

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5 Mentiras sobre Softwares Livres para Geoprocessamento

5 Mentiras sobre Software Livre para Geoprocessamento

Infelizmente ainda há muito preconceito em torno do uso de softwares livres, inclusive na área das Geotecnologias. Este artigo vai  desmistificar cinco dos falsos conceitos sobre o emprego deste tipo de programa para Geoprocessamento.

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Há verdadeiras mentiras que têm impedido muitos de explorar as ferramentas deste tipo em sua plena capacidade. Pior ainda, por conta de preconceito alguns chegam a nem mesmo experimentar os softwares livres (SL) para Geoprocessamento. Veja alguns exemplos:

1. SOFTWARES LIVRES SÓ FUNCIONAM EM LINUX

Essa falsa ideia assusta e paralisa principalmente os que só têm contato com um único Sistema Operacional (SO), em geral o MicroSoft Windows. Qual é a verdade sobre essa afirmação?

Softwares Livres

É verdade que há softwares livres que são nativos ou possuem apenas versões para SO Linux. Mas também é verdade que há programas livres que possuem versão apenas para Windows! Um exemplo disso é o caso do MapWindow [www.mapwindow.org].

Neste ponto é importante destacar que programas, tais como o Quantum GIS (QGIS), que é bastante popular, possui versões para os principais SO, conforme pode ser verificado em sua página de downloads [download.qgis.org].

Assim, fica claro o seguinte fato: Softwares Livre para Geoprocessamento NÃO estão restritos, na maioria dos casos, à uma única plataforma computacional!

2. SÃO MUITO DIFÍCEIS DE USAR

Alguns imaginam que se trabalharem em seus projetos de Geoprocessamento com softwares livres terão de ficar presos à um quase indecifrável terminal de comandos. Será isso verdade?Software DifícilJá há anos essa ideia está caduca, pois a cada dia os programas livres para Sistemas de Informação Geográfica (SIG) e outras Geotecnologias estão bem amigáveis.

Para provar que isso é verdade, se ainda não o fez, instale e abra o gvSIG, Kosmo, Diva-GIS e o já citado QGIS, só para citar alguns.

Ainda é válido chamar a atenção que mesmo nos casos onde utilizamos um terminal de comandos, isso pode significar ter acesso à poderosos recursos. Se você pesquisar mais programas como o GRASS vai entender melhor o que queremos dizer com isso.

3. NÃO SE PODE GANHAR DINHEIRO COM ELES

São muito raros os casos de softwares livres cuja licença de uso não permita utilizá-lo para projetos de cunho comercial. Todos os programas citados nos itens acima são exemplos claros de ferramentas livres que podem ser usadas para se implementar soluções que serão vendidas para o contratante.

O que não se pode é vender o software livre como sendo uma propriedade sua. Se não foi você quem desenvolveu o QGIS, GRASS, Spring, TerraView, etc não pode vender a licença de uso deles. Isso com certeza é bem fácil de entender. A dica então é sempre verificar a licença do software com o qual se está trabalhando para conhecer as liberdades e restrições à ele associadas.

4. SÃO INCOMPLETOS E IMATUROS

Isso é praticamente uma difamação! São poucas, bem poucas mesmo, as atividades desenvolvidas pelos principais programas proprietários que ainda não podem ser executadas em ambiente open source.Linux NascendoÉ digno de nota que mesmo programas comerciais não possuem sempre a mesma quantidade de funções, nem as mesmas ferramentas. Some-se  a isso o fato de que hoje os softwares livres estão presentes no mercado como verdadeiros e poderosos concorrentes dos grandes programas prorprietários.

Os programas livres se complementam, você pode usá-los de forma integrada criando um leque ainda maior de possibilidades. Entre as combinações mais conhecidas estão QGIS + GRASS e gvSIG + Sextante.

5. OS DADOS PRODUZIDOS NELE SÃO “DESCARTÁVEIS”

O que essa mentira quer transmitir? Alguns pensam erroneamente que os dados trabalhados nos softwares livres (de SIG, para banco de dados,  webmapping, etc) não podem ser lidos ou manipulados em programas de licença diferente (leia-se comerciais).

A verdade é o oposto. Os programas citados nesse artigo e os demais que seguem a mesma linha, prezam pela interoperabilidade, ou seja, a capacidade do software de se comunicar de forma transparente com outro sistema. Por isso, fique tranquilo, pois seus dados não serão bloqueados após usados em um SL.

ARTIGOS RELACIONADOS

Você gostará de ler esses outros artigos sobre Geoprocessamento, SIG e outras Geotecnologias:

O que você achou do artigo de hoje? Alguma dúvida, sugestão ou observação? Deixem seus comentários, por favor.


Anderson Medeiros
Consultor em Geotecnologias Livres
anderson@clickgeo.com.br
Acesse: www.clickgeo.com.br


Filed under: Conceitos, Geoprocessamento, Geotecnologias, Open Source, SIG

ArcGIS 10: Image Analysis – Recorte de Imagem

A janela Image Analysis

Recursos para equalização, brilho/contraste, fusão de imagens e muitos outros estão presentes no ArcMap 10 e podem ser acessados através da janela Image Analysis. Ao executar uma tarefa, o SIG armazena o resultado através de um arquivo temporário na janela Table of Contents. Se o resultado não for o esperado, o usuário poderá executar o processo novamente. Para novos usuários do ArcGIS, essa ferramenta pode ser extremamente útil.

Para ativar a janela Image Analysis, clique no menu Window – Image Analysis:

Ocultando o Background  das Imagens

Para ocultar aquela parte escura da imagem, carregue a imagem no ArcMap. Na janela Image Analysis, clique no nome do arquivo (1). Pressione o botão Background (2):

 

Recorte de Raster via Gráfico ou Shapefile

Ative a barra de ferramentas Desenho através do menu Customize – Toolbars – Draw. Selecione um gráfico para representar a máscara para recorte:

Desenhe um polígono sobre o raster. Dependendo da ferramenta escolhida, pode ser um desenho regular ou irregular:

Clique na ferramenta Clip. Um novo raster será criado:

Os gráficos também possuem simbologia. Clique duas vezes sobre ele para editar as cores de contorno e plano de fundo. Aplicando a simbologia no gráfico e desligando a imagem original, podemos verificar o resultado da ferramenta Clip:

Para salvar o arquivo temporário como imagem TIF, clique no menu Data – Export Data:

Selecione as opções Raster Dataset. O plano de fundo (NODATA) pode ser 0 (preto) ou 255 (branco). Selecione TIFF para o formato de saída:

Esse procedimento pode ser realizado com shapefiles. Os gráficos podem ser convertidos para shape, saiba como através desse post

Desabilitando Realces Automáticos

Clique no menu Customize – ArcMap Options. Na guia Raster Layer, marque as opções abaixo:

Resultado Final

 


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PostgreSQL Magazine – Edição #01

PostgreSQL Magazine - Edição #01

Foi liberada para acesso online, compra da versão impressa e/ou download gratuito a segunda edição da revista internacional PostgreSQL Magazine, a publicação periódica oficial sobre o Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD) do elefante. Leia este artigo para descobrir como obter sua cópia!

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A REVISTA INTERNACIONAL DO POSTGRESQL

A PostgreSQL Magazine é uma publicação, em inglês, disponível nas versões online, impressa e em PDF. O conteúdo da nova edição inclui os artigos:

  • PostgreSQL 9.1: 10 novos recursos impressionantes
  • Opinião: Financiamento de Funcionalidades do PostgreSQL
  • NoSQL: Implementação com PostgreSQL
  • Entrevista: Stefan Kaltenbrunner
  • Dicas e Tutoriais: PostgreSQL no Mac OS X Lion
  • O que esperar da versão 9.2: Cascading Streaming Replication

PostgreSQL Magazine

A numeração das edições iniciou em #00, com o número publicado em 2011. Assim, a revista lançada este ano é a #01. Veja como é fácil obter sua cópia.

ACESSO E DOWNLOAD DA POSTGRESQL MAGAZINE

Você pode ter acesso à revista de maneiras diversas:

Uma dica é seguir @pg_mag para ficar por dentro de todas as novidades deste projeto.

Você pode contribuir com a revista trabalhando como escritor, tradutor e de outras formas. Tem interesse? Entre em contato pelo e-mail contact@pgmag.org.

EDIÇÃO #00 DA POSTGRESQL MAGAZINE

O tema de capa da primeira edição tratava das questões relacionadas com desempenho em banco de dados, um assunto de grande relevância para quem trabalha com bases de dados, geográficas ou não. Clique na imagem abaixo para acessar a postagem que traz mais detalhes sobre ela:

PostgreSQL Magazine #00

POSTGRESQL PRÁTICO

Recentemente publiquei uma dica sobre um excelente e-book gratuito disponível também para acesso online e download. Acesse a postagem abaixo para maiores detalhes:

Deixem seus estimados comentários sobre estas publicações.


Anderson Maciel Lima de Medeiros
Consultor em Geotecnologias Livres
anderson@clickgeo.com.br
Acesse: www.clickgeo.com.br


Filed under: Banco de Dados, Banco de Dados Geográficos, Notícias, Open Source, PostgreSQL

Georreferenciamento por coordenadas no ERDAS

A grande maioria das cartas do mapeamento sistemático foram digitalizadas e colocadas a disposição dos usuários no site do IBGE (http://biblioteca.ibge.gov.br/), porém essas não estão georreferenciadas. Por isso, desenvolvemos esse tutorial no ERDAS, que já fazia muito tempo que não postávamos nada sobre esse software e também para sanar a dúvida do colega José Elias [...]

QGIS 1.8 no forno

Dentro de algumas semanas sairá a versão 1.8 do Quantum GIS (QGIS), de codinome Lisboa. Atualmente o programa está na situação de RC1 (Release Candidate 1). Este status é um dos últimos estágios antes da liberação da versão final, se é que existe versão final em software livre, pois estão sempre em atualização.

Numa vista rápida, dá para perceber que o sistema ainda está instável e apresenta algumas novidades. Dentre elas podemos citar:

a) Uma discreta reestilização de alguns ícones;

b) Adição de algumas funcionalidades por padrão, como por exemplo, a ferramenta para gerar declividade;

c) Inserção do complemento “Globe” que permite a visualização dos dados em três dimensões.

d) Muitas partes do programa ainda se encontra sem tradução para o Português;

e) O compositor de impressão apresenta uma disposição diferente dos campos de ajuste;

Para quem deseja experimentar, ajudar na tradução ou até mesmo no desenvolvimento desta esta versão, basta adicionar a sua lista de repositórios do Ubuntu/Debian o seguinte endereço:

12.04 (deb http://qgis.org/debian-nightly precise main)

11.10 (deb http://qgis.org/debian-nightly oneiric main)

11.04 (deb http://qgis.org/debian-nightly natty main)

10.10 (deb http://qgis.org/debian-nightly maverick main)

10.04 (deb http://qgis.org/debian-nightly lucid main)

Bem, por hora é só. Aguardemos então, a versão final.

Até a próxima.


Criar Shapefile a partir de Coordenadas no Diva-GIS

Criar Shapefile a partir de Coordenadas no Diva-GIS

Uma operação bastante comum em trabalhos na área de Geoprocessamento é a criação de camadas de informação (layers) a partir de coordenadas conhecidas. Neste tutorial você aprenderá como criar um shapefile nestas condições utilizando o software de SIG Diva-GIS.

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O SOFTWARE DIVA-GIS

O Diva-GIS [www.diva-gis.org] é um programa computacional do tipo desktop GIS e que favorece uma utilização bastante intuitiva. Já comentei um pouco sobre ele em um artigo do fim de 2011 sobre softwares de SIG pouco conhecidos.

Leia mais sobre o Diva-GIS e encontre links relacionados em:

DOWNLOAD DOS DADOS GEOGRÁFICOS

Para este tutorial utilizaremos um shapefile com o polígono que representa a cidade de Belém/PA e um arquivo comma-separated values (CSV) com as coordenadas de 20 pontos que poderiam muito bem indicar, por exemplo, a localização de algumas lojas distribuídas ao longo do território no município. Para fazer o download desses dados, clique aqui (3 KB).

Por sinal, recentemente publiquei uma dica onde explicava como obter dados geográficos de diversas partes do mundo a partir do site oficial do projeto Diva-GIS. Veja como é fácil:

TUTORIAL SOBRE COMO CRIAR SHAPEFILES

Caso queira adicionar logo o contorno do município de Belém, acesse o menu Layer > + Add Layer e carregue o shapefile desejado.

Diva-GIS: Adicionar Layer

Clique no ícone Create Shapefile, destacado na imagem abaixo.

Diva-GIS: Criar Shapefile

Clique no botão Input File para selecionar o arquivo CSV. O botão Output File deve ser usado para definir onde será salva a nova camada de informação e seu nome.

Selecione o sinal delimitador de campo, neste caso o ponto e vírgula (;), que em inglês é SemiColon. Indique também as colunas onde estão armazenadas as coordenadas X e Y.

Note que o próprio programa informa quantas colunas e linhas há na tabela. Clique em Apply e em Close para acabar o processo.

Diva-GIS: Criar Shapefile - Etapas

O resultado da operação é exemplificado na imagem abaixo.

Shapefile a partir de Coordenadas

Você conseguiu chegar a este ponto? Aproveitem para ler sobre como realizar este procedimento em outro software de SIG:

O que acharam destes tutoriais? Por favor, deixem seus comentários.


Anderson Medeiros
Consultor em Geotecnologias Livres
anderson@clickgeo.com.br
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Filed under: Diva-GIS, Portal ClickGeo, SIG, Tutoriais

PostgreSQL Prático: E-book Gratuito em Português

PostgreSQL Prático

O PostgreSQL é um robusto sistema de gerenciamento, armazenamento e acesso aos dados em um banco, com a finalidade de tornar ágil e eficiente a manipulação da base. Lendo esta postagem você conhecerá um livro digital, gratuito, para aprender mais sobre esse programa para banco de dados.

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E-BOOK POSTGRESQL PRÁTICO EM PORTUGUÊS

A dica da vez é um interessante livro digital, disponível gratuitamente em dois formatos: acesso online e download em PDF. O e-book, publicado em português, tem o título: PostgreSQL Prático.

Para acessar a versão online do livro clique aqui ou na imagem abaixo.

PostgreSQL

CONTEÚDO E DOWNLOAD DO LIVRO SOBRE POSTGRESQL

O livro está disponível desde setembro de 2006 e é baseado na versão 8.4.1 do PostgreSQL. Embora hoje estejamos nas versões 9.1.x do programa, esse manual poderá ser muito útil em seus estudos sobre banco de dados com software livre.

O conteúdo inclui, entre outros, os seguintes tópicos: instalação do PostgreSQL, criação e exclusão de bancos, esquemas, tabelas, views, constraints, Data Definition Language (DDL), Data Manipulation Language (DML), metadados, administração, etc.

Como citado acima, o livro também está disponível para download gratuito. Para baixar o arquivo PDF, clique no link a seguir. São 161 páginas de muita informação.

OUTRAS PUBLICAÇÕES GRATUITAS SOBRE POSTGRESQL

Já publiquei aqui no blog uma postagem onde indicava um excelente livro (em inglês) cujo título também pode ser traduzido  PostgreSQL Prático (Practical PostgreSQL). Para mais informações sobre como ter acesso a esta publicação também gratuita, clique na imagem da capa abaixo e leia a matéria na íntegra.

Livro Online – PostgreSQL Prático

Duas das postagens sobre PostgreSQL, publicadas aqui mesmo no blog, e que podem ser de seu interesse são:

O que acharam desta dica? Já conheciam este livro digital? Deixem seus comentários, por favor!

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Delimitação de Bacia – TerraView

A Política Nacional de Recursos Hídricos, instituída pela Lei nº 9.433 em 8 de janeiro de 1997, incorpora princípios e normas para a gestão de recursos hídricos adotando a definição de bacias hidrográficas como unidade de estudo e gestão. Assim, é de grande importância para gestores e pesquisadores a compreensão do conceito de bacia hidrográfica e de suas subdivisões (TEODORO et al, 2007).  O vídeo demonstra alguns dos procedimentos para a obtenção do limite de bacias. Nesse outro tutorial (http://awe.sm/5nInT) você pode ver os procedimentos iniciais. Continua...

Faça o DraftSight 32 bits rodar no Ubuntu 12.04 64 bits

Não sei se os usuários do Ubuntu 64 bits sabiam mas o programa CAD DraftSight só roda em plataformas 32 bits, conforme pode ser visualizado nos requerimentos do sistema que você confere abaixo e pode baixar aqui.

Por muito tempo tentava instalá-lo em meu notebook mas sempre aparecia a mensagem de que a plataforma era icompatível. Até que no último dia 18 de fevereiro o excelente blog Ubuntu Dicas (leitura obrigatória para quem é usuário Ubuntu) publicou um post ensinando a instalar algumas dependências para que se torne possível rodar o DraftSight 32 bits em um Ubuntu 64 bits, o qual o adapto para você.

Abra o terminal usando o atalho Ctrl+Alt+t, digite a senha de superusuário e cole a linha de comando abaixo.

sudo apt-get install libdirectfb-extra sendmail libglu1-mesa libglu1-mesa-dev ia32-libs

Após concluir a instalação das dependências e bibliotecas, faça o download do programa no site oficial.

Ao terminar o download, mova o arquivo draftSight.deb da pasta onde o baixou para o diretório Pasta Pessoal.

Em seguida, clique com o botão direito do mouse sobre o arquivo e selecione Extrair aqui. Ao concluir a extração, feche o Nautilus.

Agora, pressione Atl+F2 e digite gksu nautilus e pressione Enter em seguida. Este procedimento faz com que você abra o Nautilus como Superusuário. Digite sua senha de superusuário.

Vá até a sua pasta pessoal, onde extraiu o arquivo .DEB e copie a pasta draftSigh para o diretório /var.

DE:

PARA:

Entre no diretório var/draftSight/opt e copie a pasta dassaut-systemes. Cole-a no diretório /opt. Em seguida, feche o Nautilus.

DE:

PARA:

Falta pouco para terminar. Agora abra o terminal (digite Ctrl+Atl+t).

Digite o comando cd ~/draftSight/DEBIAN teclando enter ao final:

Então execute o comando:

sudo ./preinst

Aceite os termos e condições.

Por fim, execute o comando:

sudo ./postinst

Finalmente, abra o DraftSight. Aparecerá, então, uma janela de diálogo. Preencha as informações solicitadas e clique em Ativar.

Bom trabalho com seus arquivos DWG e DXF.

Caso queira criar um lançador na barra lateral do Ubuntu siga esses passos.

Até a próxima, pessoal!


Lançado o Ubuntu 12.04

Hoje, 26 de abril de 2012 foi lançada a versão 12.04 (codinome Precise Pangolin) da distribuição Linux mais popular: Ubuntu.

Não posso negar que o uso desta nova versão é simplesmente fantástica. Agilidade e estabilidade são as palavras certas para descrever a experiência. Venho utilizando-o desde a segunda versão Beta.

Em termos de interface, pouca coisa mudou em relação ao seu antecessor. Mas há melhorias significativas na customização deste S.O.

Outra vantagem desta nova versão é que ela é LTS (Long Term Support) ou seja, Longo Tempo de Suporte. Isto significa que você instala hoje o sistema e a Canonical (empresa desenvolvedora/mantenedora do Ubuntu) dará suporte e atualizações durante o prazo de 5 anos. Isto é muito vantajoso para pessoas e empresas que não gostam/não querem/não podem estar trocando de versão a cada 6 meses.

Para fazer o download clique nos links abaixo:

Abraços, faça um bom uso e até a próxima.


Coletânea de Mapas Curiosos

Coletânea de Mapas Curiosos

Mapas são, ou pelo menos podem ser, verdadeiros documentos. Mas vez por outra nos deparamos com mapas que abordam temas bastante curiosos. No seu caso, qual foi o mapa mais inusitado que você já viu? Nessa matéria você vai conhecer um web site que é uma verdadeira coletânea desses mapas que, em certo sentido, destoam do que poderia ser chamado de convencional.

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MAPAS, CARTOGRAFIA E CURIOSIDADES

Por exemplo, você já viu algum mapa que reflita o número de bandas de heavy metal por 100.000 habitantes (imagem abaixo)? Ou então, já teve a oportunidade de ver um onde fosse espacializado o sabor do Whisky? Ou ainda, você já viu o tamanho do atlas de maiores dimensões do mundo?

Mapa Heavy Metal

CONHEÇA O SITE STRANGE MAPS

Todos esses mapas citados no tópico acima e muito mais podem ser acessados gratuitamente no site Strange Maps. O responsável por catalogar essa extensa lista de curiosas representações cartográficas é Frank Jacobs, que se auto define como um amante dos mapas.

A página está no ar desde 2006 e desde então já publicou mais de 560 postagens seguindo esta linha! Clique no link ou na imagem abaixo para acessar o Strange Maps. O site já recebeu milhões de acessos, muito bem merecidos por sinal:

Strange Maps

Caso você tenha alguma sugestão de mapa para que seja acrescentada ao Strange Maps, envie um e-mail para strangemaps@gmail.com.

MAPAS ONLINE MUITO ÚTEIS

Já publiquei aqui no blog algumas matérias sobre aplicações web que se integram à mapas interativos. Elas podem ser muito úteis durante sua pesquisa quanto aos mais variados assuntos. Veja por exemplo:

Deixem seus comentários sobre a dica de hoje! :D

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Anderson Medeiros
Consultor em Geotecnologias Livres
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Play

Quem acompanha o blog Geoparalinux leu no último post que eu estaria dando uma pausa nas postagens devido a um problema pessoal. Pois bem, o problema ainda está presente mas decidi encará-lo de outra forma. Resolvi voltar à ativa em todos os meus projetos. Como todo Workaholic que se preza, não dá para ficar parado esperando o problema passar. Aí o problema passa e as oportunidades também. Mas peço a sua compreensão, pois o ritmo será mais calmo, pois o lado psicológico continua abalado até tudo estar sanado e superado.

Agradeço as palavras de apoio dos amigos e dos leitores. Saibam que elas serviram de conforto. E, quem passa por situações difíceis sabe as sinceras manifestações de carinho são uma contribuição e tanto na recuperação.

Então é isto. Aguardem que já amanhã e sexta-feira teremos novidades aqui.

Obrigado e até a próxima.


Dica de Livro: Projeto em Sistemas de Informação Geográfica

Ver Link (http://www.lidel.pt/cgi-bin/fca_lidel_showbv1.cgi/?st=1 isbn=978-972-757-849-8) Disponível no Brasil - Ver Link (http://mundogeo.com/blog/2012/04/23/lancado-livro-sobre-aplicacao-do-gis-e-cad-em-projetos/) Título :Projeto em Sistemas de Informação Geográfica Páginas :384 AUTOR António Cosme Licenciado em Geografia e Planeamento Regional, Mestre em Geografia e Planeamento Regional, Local e Urbano pela FLUL. Professor da Lusófona (ULHT) e do Instituto Superior de...

Unidade de GeoEngenharia da Avanti Prima divulga calendário de treinamentos do 1º Semestre de 2012

A Avanti Prima – UGE - Treinamento e Consultoria em Geoprocessamento (http://www.avantiprima.com.br/) oferece apoio de especialistas nas ações de Treinamento para equipes e gestores, assim como o suporte de mentoria para o fortalecimento do uso da tecnologia como ferramenta base no desenvolvimento profissional. Fundada a partir da criação da unidade...

ColorBrewer: Sugestões de Cores para Cartografia Temática

ColorBrewer: Sugestões de Cores para Cartografia Temática

Em torno da confecção de mapas temáticos um tema de grande importância cartográfica é a escolha das cores adequada para representar cada classe na espacialização do fenômeno, pois se esta não for feita de forma adequada, pode prejudicar a qualidade do produto final. Para ajudar-nos neste sentido foi criada a ferramenta ColorBrewer.

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O QUE É O COLORBREWER

Colorbrewer 2.0 é a segunda versão de uma interessante ferramenta online, desenvolvida por Cynthia Brewer e Mark Harrower da The Pennsylvania State University, para auxiliar as pessoas a selecionar bons esquemas de cores para mapas temáticos ou outras representações de dados alfanuméricos (gráficos, por exemplo).

ColorBrewer

Com o Colorbrewer o usuário tem à sua disposição uma série de palhetas de cores, que poderão ajudá-los na simbolização de sua superífice estatística. Você pode acessar o site da aplicação clicando no link abaixo.

A página é desenvolvida em flash e tem seu uso bastante intuitivo, mas deixo para vocês um tutorial que ilustra o uso do Colorbrewer na definição das cores utilizadas para diferentes tipos de mapas.

COMO USAR O COLORBREWER

O sistema do ColorBrewer possui três esquemas básicos: sequencial, qualitativo e divergente. Veja a diferença entre cada um deles:

  • Sequencial (Sequential): Especializado para simbolização para dados que possuem algum tipo de ordenamento numérico e é ideal para dados quantitativos sequenciais, como é o caso do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB);
  • Qualitativo (Qualitative): Este é destinado à representação de dados nominais. Um exemplo de seu uso seria a simbologia para representar a divisão regional do Brasil;
  • Divergente (Diverging): Este esquema simboliza com a mesma ênfase os valores críticos situados na média e os situados nos extremos do intervalo de dados. Utilize esse recurso para caso de dados numéricos não sequenciais.

Imagine que você deseja escolher as cores que representarão em um software de SIG, um mapa de distribuição espacial do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) de algum estado brasileiro. Como esta é uma variável numérica é aconselhável que se use uma rampa de cores.

Conforme ilustrado abaixo, selecione o número de classes que serão usadas em seu mapa. Selecione o tipo de esquema (neste caso Sequencial). Note que logo abaixo aparecerão variadas opções de conjuntos de cores com sequências de tons. Clique em uma delas.

ColorBrew - Etapa 1

Neste tutorial estamos mostrando a seleção através do código RGB. Mas como se pode ver na imagem a seguir, podemos escolher outros tipos de codificação. As sequências (255, 237, 16; 254, 178, 76 e 240, 59, 32) pode ser usada para compor as cores em ambiente SIG, alterando as propriedades da camada de informação.

ColorBrew - Etapa 2

Ainda na imagem acima, note que o programa também possibilita avaliar o efeito da sobreposição de outras informações (nomes de cidades, rodovias, etc) no esquema de cores e assim decidir se este esquema irá funcionar de forma adequada em uma série de situações.

Teste essas alternativas disponíveis para avaliar qual delas melhor atende sua demanda. Veja o contraste entre as cores escolhidas:

COMO USAR O COLORBREWER

ESCOLHER CORES PARA MAPAS

O ColorBrew não é uma novidade. Esta ferramenta já está online há vários anos, mas continua sendo útil e prática para todos os que precisam definir uma boa paleta de cores para seus mapas.

É interessante que o ColorBrewer 2.0 teve destaque na coluna Por Dentro do GEO, no segundo número da Revista FOSSGIS Brasil. Baixe a publicação e leia o artigo nas páginas 44-47:

Um aplicativo gratuito e portátil que pode lhe ajudar no processo de escolha de cores para seus mapas é o Just Color Picker (JCPicker). Já publiquei uma dica sobre ele, inclusive com um tutorial completo sobre seu uso. Veja e comente:

O que acharam da postagem de hoje? Ela é fruto de uma sugestão enviada por e-mail pelo leitor Josemberg Borges, ao qual agradecemos pela participação. Você pode fazer o mesmo que ele, contribuindo para enriquecermos este espaço cada vez mais.

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Anderson Medeiros
Consultor em Geotecnologias Livres
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Linguagem Cartográfica e os Tipos de Representação Espacial

Olá companheiros, 


Seguindo nossas contribuições anteriores, neste post vamos falar um pouco sobre a Linguagem Cartográfica e os Tipos de Representação Espacial que são utilizados na elaboração de um produto cartográfico.

As representações espaciais estão presentes na vida do Homem, antes mesmo da escrita e da fala. Por meio de símbolos e desenhos é que o Homem representa suas primeiras apreensões do real, em que delimita e ocupa efetivamente o seu território. No entanto, com o avanço das técnicas cartográficas e por meio do uso de recursos modernos que possibilitaram o Homem a ocupar os diversos lugares da Terra, criando cidades, estados, e outros fenômenos e objetos, a representação espacial passou a ganhar formas mais precisas por meio de representações cartográficas mais próximas do real. 


Seguindo convenções internacionais – principalmente a partir dos últimos séculos, estas representações simbólicas foram sendo aperfeiçoadas com o advento das fotografias aéreas e, posteriormente, com o desenvolvimento de imagens de sensores remotos embarcados em satélites, fato que não era possível em tempos passados, onde a produção cartográfica – basicamente de mapas impressos em papel, era artesanal.

A partir dessas mudanças, com o avanço das técnicas de cartografia e com o advento de novas tecnologias e convenções normativas – convenções cartográficas, os mapas foram sendo padronizados, levando em consideração as percepções da realidade e permitindo uma representação mais aproximada do real, possibilitando a todos os indivíduos conhecer lugares, por meio de mapas, antes desconhecidos ou inacessíveis. 


Nesse sentido, os produtos cartográficos (mapas, globos, croquis, etc) ao longo de sua história passaram a ser utilizados para diversos fins, considerando sua abrangência artística, científica e técnica, seja para o planejamento dos gestores territoriais, seja para o ensino e o repasse do conhecimento da superfície terrestre para as diversas disciplinas de ensino. Todavia, não podemos desconsiderar que o mapa é uma construção humana de simplificação do espaço real e, como uma ferramenta de comunicação, possui modos de transmitir as mensagens/informações que devem ser entendidas por seus elaboradores e leitores. 


Linguagem Cartográfica e os Tipos de Representação Espacial

Como podemos observar na figura 01, um mapa nada mais é do que uma simplificação da realidade, onde o elaborador expressa, por meio de técnicas de desenho e um conhecimento das geometrias dos lugares, a representação dos objetos e fenômenos que se apresentam no espaço geográfico, que se dá de acordo com uma escala de trabalho, ou seja, de acordo com um determinado “lugar” de onde se vê o fenômeno.
Figura 1. Fluxo de Passageiros. Fonte: Archela; Théry (2011)

Na figura 01 vemos a forma mais comum de apresentação de um mapa, caracterizada pela representação dos mapas na forma bidimensional, em duas dimensões (conhecido como 2D), que consideram a largura/altura e o comprimento de um objeto (dessa forma, existem um eixo x e outro y), em um determinado plano (papel ou no computador), em que a apresentação das formas nesse ambiente despreza a profundidade dos objetos, demonstrados com mais propriedade nos ambientes 3D (que considera ainda o eixo z, de profundidade, que é nulo ou zero em ambientes 2D), como podemos observar pela visão humana (figura 02).

Figura 2. O espaço geográfico como vemos - Theatro da Paz, Belém - Pará. Fonte: Acervo do autor

Nesse sentido, levando em consideração apenas as representações cartográficas em 2D, podemos observar os fenômenos segundo formas geométricas simples que são demonstradas nos produtos cartográficos. Para esses tipos de representações simbólicas, os objetos existentes na realidade devem ter uma correspondência similar no papel, de forma que possam ser entendidos pelo leitor do mapa, ou seja, se o objeto na realidade pode ser representado de maneira pontual (x e y), ele deve ser representado pontualmente no produto cartográfico, como por exemplo, uma casa, um poste, etc (exemplo na figura 03, em azul). 

De outra forma, se o objeto no espaço geográfico se apresenta de maneira linear na realidade, deve ser representado de forma linear no mapa, como por exemplo, as estradas, rios, ruas, etc (como na figura 03 em vermelho). Nesse último caso, a representação se dá por um conjunto de pontos, ligados continuamente, para dar a idéia de continuidade do objeto.

Figura 3. Representações geométricas - Ponto, linha e polígono. Fonte: Imagem gerada a partir do software de SIG TerraView 3.3.1 (INPE, 2011)


Ainda na figura 03 (com a cor verde), podemos observar que existem objetos que são representados no formato de áreas, ou polígonos, para esses objetos, leva-se em consideração um conjunto de três ou mais pontos que são ligados e que devem se encontrar em algum momento para “fechar” a figura geométrica. Desse modo, todos os objetos devem ser representados em um mapa da forma mais próxima como se apresentam na realidade, caso contrário, a leitura do mapa poderá ser prejudicada ou mostrar-se duvidosa. em algum momento, dando uma idem se encontrantados em um mapa da forma mais prados no formato de le deve ser representado pont
 
Para essas representações simples da realidade em um mapa, concebidas por um ou mais pares de coordenadas (CÂMARA; DAVIS; MONTEIRO, 2001), chamamos de representações vetoriais, que são usualmente mais versáteis e fáceis de manusear, sendo que permitem alteração e inserção de novas informações e/ou figuras nos desenhos produzidos anteriormente (WIKIPÉDIA, 2011).  

Todavia, no caso de mudança de escala de trabalho, poderá acontecer uma modificação na forma de representação do objeto, ou seja, a cada momento em que a escala for aumentando, acontecerá a aproximação do objeto, aumentando o seu tamanho, acontecendo ao contrário, na diminuição da escala, haverá o distanciamento do objeto e, consequentemente, a modificação em sua representação.
 
No caso da representação de imagens de sensores remotos nos mapas, devemos considerar que esse modelo de representação é diferente do formato vetorial. Nesse caso, a imagem é apresentada como um conjunto de células, organizadas em linhas e colunas – daí o nome matricial, onde cada célula que compõe o objeto está associada a uma porção do terreno (CÂMARA; DAVIS; MONTEIRO, 2001).

Figura 4. Diferentes representações matriciais para um mapa. Fonte: Câmara; Davis; Monteiro (2001, p, 23)


Nesse sentido, todas as células do formato matricial possuem uma única referencia espacial – coordenada, específica, isto é, cada célula é acessada individualmente por meio de suas coordenadas (CÂMARA; DAVIS; MONTEIRO, 2001), uma vez que cada objeto possui um “valor de reflectância” específico. Sendo que, o tamanho das células no formato matricial refletirá na resolução dos objetos no mapa. Desse modo, terão resoluções espaciais maiores aqueles mapas com células menores, pois os objetos identificados são menores, e vice-versa.  


No exemplo da figura 04 “o mapa do lado esquerdo possui uma resolução quatro vezes menor que o do mapa do lado direito, as avaliações de áreas e distâncias serão bem menos exatas que no primeiro. Em contrapartida, o espaço de armazenamento necessário para o mapa da direita será quatro vezes maior que o da esquerda (CÂMARA; DAVIS; MONTEIRO, 2001, p. 23).

Para enfatizar novamente, é importante lembrar que c
ada célula no formato matricial tem um valor particular, de acordo com o comportamento espectral – sua interação com a luz, do objeto no espaço geográfico. Essas células, que podemos denominar como pixels (aglutinação de Picture e Element) (WIKIPÉDIA, 2011), são os menores elementos representados na imagem, sendo que o conjunto de todos os pixels forma uma imagem inteira. 

A figura 05 apresenta uma imagem de sensor remoto, em formato matricial, onde o computador interpreta o conjunto de células (pixels) e apresenta os objetos no espaço geográfico de acordo com seus comportamentos e características físicas-químicas e a interação com a luz.

Figura 5. Exemplo de imagem (composição colorida TM/LANDSAT para região de Manaus). Fonte: Câmara; Davis; Monteiro (2001, p, 17)


Tanto o formato matricial, quanto o vetorial podem ser utilizados no momento da elaboração de um mapa (figura 06). Contudo, é necessário entender que, em ambiente computacional, no caso dos softwares de geoprocessamento, existe uma “hierarquia” no momento da organização dos objetos vetoriais e matriciais, pois se não for respeitado esse arranjo, um objeto poderá sobrepor ao outro. Nesse sentido, devemos seguir a seguinte forma: colocam-se os objetos na seqüência = ponto, linha, polígono e, por último o formato matricial

Caso essa ordem não seja seguida poderá ocorrer a sobreposição e a ocultação de algum objeto. Por exemplo, não podemos sobrepor o formato matricial sobre os demais formatos, pois esse ocultará a todos os objetos do mapa, devemos, assim, seguir do menor para o maior objeto em ordem crescente.

Figura 6. Representação vetorial e matricial de um mapa temático. Fonte: Câmara; Davis; Monteiro (2001, p, 31)

Dessa forma, os formatos vetoriais e matriciais possuem características próprias no momento da representação dos objetos, na medida em que Câmara; Davis; Monteiro (2001, p. 31), demonstram uma comparação entre as vantagens e desvantagens na escolha de armazenamento matricial e vetorial para os mapas temáticos, sendo que na comparação apresentada foi considerado diversos aspectos, como: relacionamentos espaciais, análise, armazenamento, conforme mostra a tabela a seguir: 



Tabela 1. Comparação entre representações para mapas temáticos. Fonte: Câmara; Davis; Monteiro (2001, p, 37)
Aspecto
Representação Vetorial
Representação Matricial
Relações espaciais entre objetos
Relacionamentos topológicos entre objetos disponíveis
Relacionamentos espaciais devem ser inferidos
Ligação com banco de dados
Facilita associar atributos a elementos gráficos
Associa atributos apenas a classes do mapa
Análise, Simulação e Modelagem
Representação indireta de fenômenos contínuos
Álgebra de mapas é limitada
Representa melhor fenômenos com variação contínua no espaço
Simulação e modelagem mais fáceis
Escalas de trabalho
Adequado tanto a grandes quanto a pequenas escalas
Mais adequado para pequenas escalas (1:25.000 e menores)
Algoritmos
Problemas com erros geométricos
Processsamento mais rápido e
eficiente.
Armazenamento
Por coordenadas (mais eficiente)
Por matrizes



Dessa forma, no momento de se elaborar um produto cartográfico, o elaborador deverá optar pela forma de representação compatível para cada objeto, levando em consideração a escala de trabalho, sendo que o tipo de representação dependerá do tipo do objeto e de como esse se apresenta no espaço geográfico.

Bom, mais uma vez, espero ter contribuído com mais essa leitura.

Até a próxima,


Bibliografia Consultada

 

ARCHELA, Rosely Sampaio e THÉRY, Hervé. Orientação metodológica para construção e leitura de mapas temáticos. Revista Confins. Disponível em: http://confins.revues.org/3483?&id=3483 . Acesso em Outubro de 2011.

 

CÂMARA, G; DAVIS, C; MONTEIRO, A. Introdução à ciência da geoinformação. São José dos Campos: INPE, 2001

 

INPE. Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. Projeto TerraView. Disponível em: http://www.dpi.inpe.br/terraview/index.php. Acesso em: novembro de 2011.

 

WIKIPÉDIA. Arte digital. Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Arte_digital. Acesso em: novembro de 2011.